ARTIGOS, MONOGRAFIAS, DISSERTAÇÕES ETC.

Aqui você tem acesso à produção acadêmica do LabTAR. São artigos publicados em periódicos e anais de eventos; dissertações, monografias e relatórios técnicos.

TCC: Design Centrado no Ser Humano (HCD) e Design Sprint: avaliação do seu uso combinado nas fases iniciais do processo de inovação

Em seu trabalho, o autor avalia e coloca em prática o uso das duas metodologias de desenvolvimento de serviços e produtos, num contexto de inovação. O projeto foi desenvolvido junto a uma empresa, com o desafio de elaborar e validar uma plataforma de cursos de e-learning inovadora, voltada para pequenos e médios empresários. Foram dois […]

14 Set 2017

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TCC: Design Centrado no Ser Humano (HCD) e Design Sprint: avaliação do seu uso combinado nas fases iniciais do processo de inovação

Em seu trabalho, o autor avalia e coloca em prática o uso das duas metodologias de desenvolvimento de serviços e produtos, num contexto de inovação.

O projeto foi desenvolvido junto a uma empresa, com o desafio de elaborar e validar uma plataforma de cursos de e-learning inovadora, voltada para pequenos e médios empresários. Foram dois ciclos principais, divididos em diversas etapas de pesquisa, ideação e prototipação. Com uma abordagem multidisciplinar e de envolvimento com os potenciais clientes da plataforma, o projeto alcançou os resultados esperados e gerou conhecimento a respeito do uso combinado destas ferramentas de criação.

TCC: Viabilizando Negócios Sustentáveis: Inovação na Construção do Canvas de Modelo de Negócios

O objetivo do trabalho é propor a utilização do Canvas de Modelo de Negócios como instrumento de potencialização de negócios sustentáveis, buscando reduzir a mera perspectiva economicista, avançando nas estratégias de divulgação e entendimento dos benefícios socioambientais do negócio. Foram realizadas pesquisas bibliográficas e análise crítica de propostas de Canvas de Modelo de Negócios Sustentáveis […]

14 Set 2017

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TCC: Viabilizando Negócios Sustentáveis: Inovação na Construção do Canvas de Modelo de Negócios

O objetivo do trabalho é propor a utilização do Canvas de Modelo de Negócios como instrumento de potencialização de negócios sustentáveis, buscando reduzir a mera perspectiva economicista, avançando nas estratégias de divulgação e entendimento dos benefícios socioambientais do negócio.

Foram realizadas pesquisas bibliográficas e análise crítica de propostas de Canvas de Modelo de Negócios Sustentáveis presentes na literatura. Utilizou-se uma ferramenta da metodologia TRIZ para definição do problema e foram feitas entrevistas com especialistas no assunto a fim de verificar a existência de uma cadeia de clientes que têm interesse legítimo na geração de impactos sociais e ambientais positivos. Foram elaboradas orientações de preenchimento, como o uso de cores diferentes para os três aspectos da sustentabilidade e a identificação da influência dos possíveis clientes sobre os demais blocos do Canvas, o que facilita a incorporação dos aspectos sociais e ambientais e possibilita expandir a rede de parcerias, viabilizando a utilização deste para negócios sustentáveis.

Desafios da Habitação de Interesse Social: Território do Bem

O diálogo franco entre academia, sociedade e poder público tem potencial para ser profundamente transformador para todos os que dele participam. Criar uma oportunidade concreta para que tal diálogo acontecesse foi o objetivo do encontro entre pesquisadores do Brasil e da Alemanha, representantes políticos e técnicos da Prefeitura Municipal de Vitória e lideranças comunitárias e […]

21 Mar 2017

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Desafios da Habitação de Interesse Social: Território do Bem

O diálogo franco entre academia, sociedade e poder público tem potencial para ser profundamente transformador para todos os que dele participam. Criar uma oportunidade concreta para que tal diálogo acontecesse foi o objetivo do encontro entre pesquisadores do Brasil e da Alemanha, representantes políticos e técnicos da Prefeitura Municipal de Vitória e lideranças comunitárias e moradores do chamado “Território do Bem” realizado em abril de 2014, em Vitória, Espírito Santo.

O “Encontro Brasil e Alemanha: Soluções para o Território do Bem” foi realizado em uma escola pública de ensino fundamental no próprio Território, uma área de habitação de interesse social que ocupa dois morros e seus entornos na porção insular central do município de Vitória, onde vivem mais de 30 mil habitantes o que representa quase 10% da população do município.

O evento foi realizado pelo Laboratório de Tecnologias de Apoio a Redes de Colaboração – LabTAR da Universidade Federal do Espírito Santo – Ufes e pelo Departamento de Arquitetura e Urbanismo da mesma universidade. Colaboraram para sua realização os Departamentos de Arquitetura e Urbanismo e de Saneamento da Universidade Técnica de Berlim, Alemanha; a Prefeitura Municipal de Vitória, o Fórum Bem Maior de Líderes Comunitários do Território do Bem e a Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional do Espírito Santo.

O eixo condutor do encontro foi dar a cada ator participante a oportunidade de expressar sua visão das necessidades e possibilidades de intervenções urbanas, habitação, mobilidade e equipamentos públicos para o território visando promover o “bem viver” de modo amplo naquele espaço geográfico. A Prefeitura Municipal de Vitória atua sistematicamente na região desde o final da década de 1980 quando teve início o Projeto Terra e, portanto, tem conhecimento acumulado a respeito da problemática, do ponto de vista técnico, e experiência em planejamento, captação de recursos e execução de intervenções ali.

Portanto, contribuiu relatando essa experiência bem como o modus operandi, possibilidades e limitações de ações do poder público. O Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Ufes realiza atividades de pesquisa e extensão ligadas ao Território há décadas e, particularmente, por intermédio da Profa. Dra. Clara Luiza Miranda, participou do projeto de cooperação internacional Housing, Manufacturing and Water – HMW com a Universidade Técnica de Berlim – TU Berlim ao longo de 2012 e 2013. Dentro do escopo do projeto HMW, professores e alunos das áreas de arquitetura e urbanismo, saneamento e engenharias da universidade alemã estudaram e propuseram soluções urbanísticas para o Território do Bem. Os grupos acadêmicos das duas universidades contribuíram apresentando os resultados obtidos durante o projeto HMW e também resultados de estudos anteriores e paralelos desenvolvidos na Ufes sobre o Território.

As lideranças e moradores dos oito bairros que compõem o Território do Bem, ou região Poligonal 1 de Vitória tem a experiência da vida ali e são aqueles com melhor possibilidade de julgamento prático das soluções apresentadas a partir dos resultados, sucessos e fracassos, de intervenções anteriores. Para o Laboratório de Tecnologias de Apoio a Redes de Colaboração – LabTAR, a experimentação da colaboração interinstitucional para promoção da inovação tanto social quanto econômica é central. O LabTAR participou do projeto HMW com o Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Ufes e a TU Berlim e entendeu que a transformação da realidade do Território apenas poderia se dar a partir do diálogo franco entre todas as partes interessadas, ou seja, os grupos acadêmicos, a comunidade do Território do Bem e a Prefeitura Municipal de Vitória. Foi esse entendimento que levou à realização do evento pelo LabTAR.

Miriam de Magdala Pinto

Modelo para Melhoria Contínua do Gerenciamento Estratégico (BSC)

Toda organização existe por um motivo, sua missão, e possui uma ambição, sua visão, motivadora de avanço e melhoria contínua. O conjunto formado por missão e visão e seus desdobramentos em objetivos estratégicos, táticos e operacionais que sinalizam o que se quer fazer, onde se pretende chegar e de que maneira é chamado de estratégia […]

10 Nov 2016

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Modelo para Melhoria Contínua do Gerenciamento Estratégico (BSC)

Toda organização existe por um motivo, sua missão, e possui uma ambição, sua visão, motivadora de avanço e melhoria contínua. O conjunto formado por missão e visão e seus desdobramentos em objetivos estratégicos, táticos e operacionais que sinalizam o que se quer fazer, onde se pretende chegar e de que maneira é chamado de estratégia organizacional. Para que o planejado seja realidade é necessária a implantação de sistemas de monitoramento e controle, e de ajustes contínuos pois como todo organismo vivo, as organizações precisam se ajustar a alterações no ambiente externo e às mudanças internas que elas experimentam no processo de amadurecimento normal que alteram seus interesses, entendimentos, modos de agir. Esse processo contínuo de implantação, monitoramento e atualização da estratégia organizacional é chamado de gerenciamento estratégico.

Bruno Mannato Angius

Proposição de Estrutura para Seleção de Metodologias para Avaliação de Impacto Social

Diversas Iniciativas com Impacto Social (IIS), sejam empreendimentos, projetos ou programas realizados por organizações sociais e comerciais, buscam melhorias nas diversas esferas do cotidiano das pessoas, principalmente aqueles em condições de maior vulnerabilidade. A avaliação dos impactos sociais por elas causados tem motivado inúmeros estudos tendo em vista a necessidade, tanto dos financiadores, quanto dos […]

5 Set 2016

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Proposição de Estrutura para Seleção de Metodologias para Avaliação de Impacto Social

Diversas Iniciativas com Impacto Social (IIS), sejam empreendimentos, projetos ou programas realizados por organizações sociais e comerciais, buscam melhorias nas diversas esferas do cotidiano das pessoas, principalmente aqueles em condições de maior vulnerabilidade. A avaliação dos impactos sociais por elas causados tem motivado inúmeros estudos tendo em vista a necessidade, tanto dos financiadores, quanto dos operadores das ações de entender e mensurar o efeito real de seus esforços. Ademais, apesar da expectativa positiva dos resultados das IIS, podem ocorrer efeitos não esperados pelos seus idealizadores. Para melhor entender os impactos sociais causados faz-se necessária a adoção de metodologias específicas de avaliação de impacto social. Atualmente, há um número significativo de metodologias para avaliação de impacto disponível, porém, há uma carência de informações estruturadas que auxiliem os interessados, sejam eles os financiadores ou os proponentes das iniciativas, a identificar e selecionar a(s) metodologia(s) mais adequada(s) para seu caso específico. Dessa forma, este trabalho propõe-se a contribuir para o fechamento desta lacuna de conhecimento ao propor uma estrutura que facilite a seleção de metodologias de avaliação de impacto social. As metodologias que compõem a estrutura proposta foram selecionadas por meio de pesquisa bibliográfica. A análise do conjunto de metodologias identificadas levou à proposição de uma estrutura no formato de fluxograma.  A estrutura proposta foi validada por meio de entrevistas com idealizadores e avaliadores de iniciativas sociais. Como resultado, apresenta-se a estrutura para identificação de metodologias mais apropriadas para avaliação de impacto social tendo em vista seus objetivos, a necessidade de estruturação de um sistema de informações e a perspectiva do interessado na avaliação: social ou comercial.

 

Larissa Honorato Veronez

Orientadora: Prof.ªDr.ª Miriam de Magdala Pinto

Towards a Requirements Engineering Process for Innovative Software: Learning with the ConecteIdeias Case

For many years, Requirements Engineering has been regarded as a crucial phase of software development, because it is responsible to collect from the stakeholders and model the purposes of the system to be. Consequently, lots of research results have been accumulated over the years concerning approaches to elicit and model requirements. However, eliciting and modeling requirements for innovative software, for […]

25 Mai 2016

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Towards a Requirements Engineering Process for Innovative Software: Learning with the ConecteIdeias Case

For many years, Requirements Engineering has been regarded as a crucial phase of software development, because it is responsible to collect from the stakeholders and model the purposes of the system to be. Consequently, lots of research results have been accumulated over the years concerning approaches to elicit and model requirements. However, eliciting and modeling requirements for innovative software, for which no determined stakeholder is defined, are still open research issues. This is due to the very nature of innovation, which asks for new ways of thinking and generating software products. This paper aims at presenting the RE process which led to the development of a web-based social network named ConecteIdeias. This social network is aimed at supporting people on creating new ideas and solutions to change social reality in the place where they live. Besides briefly presenting the social network and thoroughly describing the process, this paper also presents some lessons learned and good practices gathered throughout the process execution. The long term goal of this research is to propose a general RE process for the development of innovative software.

Referência: Renata Guizzardi, Marcos Accioly, Letícia P. Fonseca, Roberta L. Gomes, Miriam M. Pinto. Towards a Requirements Engineering Process for Innovative Software: Learning with the ConecteIdeias Case. In XIX Iberoamerican Conference on Software Engineering, Requirements Engineering Track, Quito, Ecuador, Abril, 2016.

Learning With and From Each Other: Local Developments and Partnerships in Território do Bem – Vitória, Brazil

This work was conducted from 2011–13 as part of the ‘Housing- Manufacturing-Water for the Urban Poor’ project. See http://www.hmw.tu-berlin.de. In the past decade, grassroots organisations, as community-based and self- organised movements, have emerged in Brazil to deal with existing massive urban inequalities, especially in relation to the living conditions in ‘favelas’. Today, these movements and […]

8 Mai 2016

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Learning With and From Each Other: Local Developments and Partnerships in Território do Bem – Vitória, Brazil

This work was conducted from 2011–13 as part of the ‘Housing- Manufacturing-Water for the Urban Poor’ project. See http://www.hmw.tu-berlin.de. In the past decade, grassroots organisations, as community-based and self- organised movements, have emerged in Brazil to deal with existing massive urban inequalities, especially in relation to the living conditions in ‘favelas’. Today, these movements and actors are working within network structures, engaging with new partners, in order to develop better support mechanisms.

Alinhamento de Ferramentas de Gerenciamento Operacional ao Gerenciamento Estratégico Usando BSC

O presente estudo consiste na avaliação da utilização de ferramentas de gerenciamento operacional para auxiliar na gestão estratégica de um laboratório acadêmico que utiliza o Balanced Scorecard (BSC). As ferramentas de gerenciamento operacional implantadas foram duas: software de gerenciamento de tarefas e quadro de gestão à vista. Foram analisadas outras duas ferramentas implantadas previamente no […]

8 Mai 2016

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Alinhamento de Ferramentas de Gerenciamento Operacional ao Gerenciamento Estratégico Usando BSC

O presente estudo consiste na avaliação da utilização de ferramentas de gerenciamento operacional para auxiliar na gestão estratégica de um laboratório acadêmico que utiliza o Balanced Scorecard (BSC). As ferramentas de gerenciamento operacional implantadas foram duas: software de gerenciamento de tarefas e quadro de gestão à vista. Foram analisadas outras duas ferramentas implantadas previamente no laboratório: reuniões semanais e atas de reunião. A avaliação do impacto do uso das ferramentas foi feita com base nos indicadores de desempenho definidos no BSC e pesquisa com os usuários. O software de gerenciamento das tarefas mostrou-se de grande utilidade para o amadurecimento gerencial da organização e avanço no cumprimento de sua estratégia. Os quadros de gestão à vista, no entanto, mostraram-se redundantes com o software tendo pouca adesão para uso e consulta tendo sido seu uso abandonado no final do período da avaliação. As reuniões semanais e leitura de atas de reuniões mostraram-se relevantes para a gestão operacional do laboratório. A utilização das ferramentas facilitou a execução das iniciativas BSC e dos demais projetos do laboratório bem como facilitou a coleta de dados de indicadores do BSC e ajudou no desenvolvimento da maturidade gerencial da organização.

Lucas Louzada Santos
Orientadora: Profa. Dra. Míriam de Magdala Pinto

Proposição de Modelo para Gestão Estratégica de uma Organização via Balanced Scorecard com Estabilização de Mapa e Quadro Estratégicos Através de Metodologia Interativa

visualizar pdf O presente trabalho consiste na proposição de um modelo para realizar o gerenciamento estratégico com Balanced Scorecard (BSC) de uma organização que também permita a identificação e realização de alterações necessárias no mapa e quadro estratégico BSC. A metodologia utilizada para a elaboração foi iterativa, se assemelhando a da pesquisa-ação (Thiollent, 2008). O […]

8 Mai 2016

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Proposição de Modelo para Gestão Estratégica de uma Organização via Balanced Scorecard com Estabilização de Mapa e Quadro Estratégicos Através de Metodologia Interativa

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O presente trabalho consiste na proposição de um modelo para realizar o gerenciamento estratégico com Balanced Scorecard (BSC) de uma organização que também permita a identificação e realização de alterações necessárias no mapa e quadro estratégico BSC. A metodologia utilizada para a elaboração foi iterativa, se assemelhando a da pesquisa-ação (Thiollent, 2008). O modelo proposto consiste em seis etapas: medição de indicadores, compilação das medições, análise macro, análise micro, revisão de metas e iniciativas e definição de iniciativas e planos de ação.A melhoria do desempenho estratégico ocorre por meio da definição de iniciativas com planos de ação vinculados e o controle da execução dos mesmos. Para definição dos pontos críticos a serem priorizados na elaboração de iniciativas e planos de ação, se introduz o critério do caminho crítico da estratégia. A revisão do mapa, por sua vez, ocorre em duas etapas denominadas análise macro e análise micro, diferencial do modelo em relação à bibliografia revisada. O trabalho contemplou três ciclos avaliativos do BSC realizados em um período total de quatorze meses em uma organização não lucrativa de pequeno porte. Neste tempo, observou-se uma melhoria no desempenho estratégico da organização (de 71% para 80%) e uma melhoria considerável no mapa e quadro estratégicos, que se tornaram mais simples, fidedignos e compreensíveis. Em adendo, a cada ciclo o número de alterações realizadas foi menor, indicando um aumento no grau de estabilização do mapa e do quadro. Tais resultados indicam a validade do modelo proposto. Sua eficácia, porém, só poderá ser atestada após uso em mais organizações durante maiores intervalos de tempo e mais ciclos avaliativos.

Túlio Mazzei Dias Ferreira
Orientadora: Profa. Dra. Míriam de Magdala Pinto

Balanced Scorecard na Prática da Gestão de um Laboratório Acadêmico

O Balanced Scorecard (BSC), utilizado em todo seu potencial, é um sistema de gestão estratégica essencialmente utilizado por empresas. Entretanto, com adaptações, pode ser utilizado por Organizações Sem Fins Lucrativos (OSFL). Seu uso, neste caso, ainda precisa ser mais bem investigado. O artigo relata a experiência e lições aprendidas com o BSC em um laboratório […]

8 Mai 2016

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Balanced Scorecard na Prática da Gestão de um Laboratório Acadêmico

O Balanced Scorecard (BSC), utilizado em todo seu potencial, é um sistema de gestão estratégica essencialmente utilizado por empresas. Entretanto, com adaptações, pode ser utilizado por Organizações Sem Fins Lucrativos (OSFL). Seu uso, neste caso, ainda precisa ser mais bem investigado. O artigo relata a experiência e lições aprendidas com o BSC em um laboratório acadêmico durante dezesseis meses. O processo incluiu planejamento inicial, três rodadas de medição de desempenho e revisão do planejamento. O principal resultado do processo foi o fortalecimento da identidade do laboratório. O BSC, com algumas alterações em relação ao modelo usado por empresas, mostrou-se adequado para definição coletiva da estratégia, fortalecimento da identidade do grupo envolvido, medição de desempenho e comunicação de resultados sem, no entanto, ter alcançado a maturidade de um sistema de gestão estratégica durante o período da experiência.

O trabalho completo pode ser encontrado clicando aqui.

Miriam Magdala Pinto
Bruno Mannato Angius

Identificação de um sistema de medição de desempenho para gestão de projetos em redes de colaboração

As redes de colaboração são formadas por entidades dos diversos segmentos da sociedade e vem ganhando visibilidade devido aos benefícios resultantes da interação de seus envolvidos. Para se tornarem competitivas e garantir o desempenho de seu negócio, as organizações em redes devem entregar produtos/serviços que cumpram os requisitos do cliente, seja em relação à qualidade, […]

8 Mai 2016

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Identificação de um sistema de medição de desempenho para gestão de projetos em redes de colaboração

As redes de colaboração são formadas por entidades dos diversos segmentos da sociedade e vem ganhando visibilidade devido aos benefícios resultantes da interação de seus envolvidos. Para se tornarem competitivas e garantir o desempenho de seu negócio, as organizações em redes devem entregar produtos/serviços que cumpram os requisitos do cliente, seja em relação à qualidade, ao prazo ou ao custo. A pesquisa é exploratória e descritiva quanto aos fins, e bibliográfica quanto aos meios. Como resultados, a rede de colaboração Living Lab Habitat foi categorizada como Ambiente Associativo de Organizações Virtuais (AAOV) e o sistema de medição de desempenho Balanced Scorecard (BSC) foi o identificado para a gestão de projetos da rede.

Patrícia Alcântara Cardoso
Yasmin Mendes Davies
Larissa Honorato Veronez

Autoprodução e Produção Independente de Energia Elétrica a partir de Fontes Renováveis no Brasil

Estima-se que a demanda mundial por energia elétrica seja crescente devido principalmente ao aumento da população mundial, seu acesso a novas tecnologias e das exigências de eletricidade por número crescente dos aparatos tecnológicos tais como computadores e aparelhos celulares, para citar apenas alguns. A necessidade de geração de eletricidade por vias alternativas aos atuais sistemas […]

8 Mai 2016

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Autoprodução e Produção Independente de Energia Elétrica a partir de Fontes Renováveis no Brasil

Estima-se que a demanda mundial por energia elétrica seja crescente devido principalmente ao aumento da população mundial, seu acesso a novas tecnologias e das exigências de eletricidade por número crescente dos aparatos tecnológicos tais como computadores e aparelhos celulares, para citar apenas alguns. A necessidade de geração de eletricidade por vias alternativas aos atuais sistemas centralizados é notória. A autoprodução e a produção independente de eletricidade são questões críticas em todo o mundo, inclusive no Brasil e são o objeto de estudo deste trabalho. Utilizando pesquisa bibliográfica e análise documental analisamos a evolução do marco regulatório da indústria elétrica brasileira caracterizado, em sua história recente, pela transição do modelo de monopólio estatal para o modelo de mercado.
Focalizamos as fontes renováveis de energia devido ao imperativo de sustentabilidade ambiental deste início do Século XXI. Identificamos que o papel dos autoprodutores e produtores independentes consiste em diversificar a matriz energética, aumentar a competitividade do segmento de geração de energia e reduzir custos de transmissão, uma vez que as unidades geradoras podem ser instaladas próximas aos centros consumidores. Contudo, esses agentes encontram entraves severos a sua atividade tais como a falta de clareza do marco regulatório e ausência de uma política institucional voltada para o seu desenvolvimento.

Ana Luiza Souza Mendes
Míriam de Magdala Pinto

Habitat Living Lab, red de innovación social y tecnológica

El Habitat Living Lab es una red de organizaciones que busca desarrollar y aplicar tecnologías amigables al medio ambiente, generando mejoras en las condiciones habitacionales de comunidades de bajos ingresos. Este artículo relata la formación del Habitat, impulsado originalmente por una ONG y relacionándose luego con la universidad. La maduración de las relaciones entre comunidad, […]

8 Mai 2016

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Habitat Living Lab, red de innovación social y tecnológica

El Habitat Living Lab es una red de organizaciones que busca desarrollar y aplicar tecnologías amigables al medio ambiente, generando mejoras en las condiciones habitacionales de comunidades de bajos ingresos. Este artículo relata la formación del Habitat, impulsado originalmente por una ONG y relacionándose luego con la universidad. La maduración de las relaciones entre comunidad, ONG y universidad llevó a la formalización del Habitat, y su ingreso en 2010 a la Red Europea de Living Labs (ENoLL). En este contexto fue creado el Laboratorio de Tecnologias de Apoio a Redes de Colaboração (LabTAR) para fomentar la práctica y reflexión de proyectos en red.
Las tecnologías de la información y la comunicación (TIC) se tornaron, entonces, relevantes para promover la interacción entre todos los grupos involucrados en la iniciativa. El caso de Habitat Living Lab revela que este modelo es viable. El trabajo de la ONG ha producido innovación social, pero los proyectos de innovación tecnológica iniciados en 2010 todavía siguen en curso. Entre los elementos que resultaron claves en el funcionamiento de este Living Lab se destacan la organización comprometida con el desarrollo de la comunidad, el trabajo colaborativo basado en asociaciones duraderas, fuentes de recursos financieros variadas, agencia de I+D y política universitaria que valoren la interacción con la comunidad local, uso intensivo de TIC, mejora constante de la comunicación y la motivación de los actores implicados.

Miriam de Magdala Pinto
Letícia Pedruzzi Fonseca

Interdisciplinary planning of sustainable value creation modules with low income communities in developing countries

Value creation activities are normally considered to take place in relatively well developed areas of most countries. This is especially true when referring to developing countries where income generation possibilities are normally reserved to urban centers with adequate infrastructure, access to supply chain networks and trained human resources. In order to level quality of life […]

8 Mai 2016

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Interdisciplinary planning of sustainable value creation modules with low income communities in developing countries

Value creation activities are normally considered to take place in relatively well developed areas of most countries. This is especially true when referring to developing countries where income generation possibilities are normally reserved to urban centers with adequate infrastructure, access to supply chain networks and trained human resources. In order to level quality of life and social conditions of low income rural and urban communities to the regional prosperous areas, opportunities to create local economic development have to be generated. A way to contribute towards the achievement of this end is the generation of sustainable local value creation modules. To achieve this, the integration of several knowledge areas is most of the times necessary in order to secure a smooth implementation in the field increasing thus its success chances. This contribution proposes a method to construct interdisciplinary teams capable of define, develop and conduct projects intending the implementation of value creation modules in economically disadvantaged communities in developing countries.

J. Palacios, M. Pinto, Y.M.B. Saavedra

Investimento social privado além dos aspectos econômicos: compartilhamento de conhecimento na relação empresa-ongs

O conhecimento como moeda de troca nas relações entre organizações é um tema que vem crescendo na literatura nacional e internacional. O presente estudo teve como objetivo analisar algumas das relações interorganizacionais da Petrobras, com lócus exclusivo na UN-­ES, buscando identificar e compreender aspectos que possam facilitar o compartilhamento de conhecimento entre os atores e […]

8 Mai 2016

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Investimento social privado além dos aspectos econômicos: compartilhamento de conhecimento na relação empresa-ongs

O conhecimento como moeda de troca nas relações entre organizações é um tema que vem crescendo na literatura nacional e internacional. O presente estudo teve como objetivo analisar algumas das relações interorganizacionais da Petrobras, com lócus exclusivo na UN-­ES, buscando identificar e compreender aspectos que possam facilitar o compartilhamento de conhecimento entre os atores e alavancar a aprendizagem organizacional. Especificamente, foram selecionadas as relações interorganizacionais com ONGs que já participaram do Programa Ciranda Capixaba. Desta forma, foram realizadas quinze entrevistas com gestores da Petrobras e das ONGs para a coleta dos dados.
A partir das entrevistas, fez-se sua transcrição para análise, que utilizou os elementos da análise de conteúdo. Como resultado, observa-se que tanto a Petrobras UN-ES quanto as ONGs buscam, com diferentes objetivos, legitimidade no processo de relacionamento. A adequação de linguagem se constitui como um dos elementos fundamentais para que o compartilhamento de conhecimento seja facilitado, sendo observado que as ONGs adaptam sua linguagem àquelas utilizadas pela Petrobras UN-ES, prevalecendo assim a lógica de haver um depositário da informação e, em contrapartida, um dominador das linguagens. Para superar as dificuldades gerenciais, criou-­se a figura da “terceira pessoa ou organização”, que funciona como intermediador da confiança necessária para melhorar a troca de informações. A pesquisa revelou o desejo entre as partes para colaborarem, de forma a criar mecanismos coordenados. Assim, essa pré-disposição para melhorar, apoiada na possibilidade de ganhos com a legitimidade por ambas as partes, faz com que seja possível haver benefícios acima do normal (rents) gerados em conjunto, uma vez que estes não podem ser gerados por uma das duas organizações de maneira isolada. Há uma necessidade de se refletir para além dos aspectos econômicos nas relações interorganizacionais com foco nos projetos socioambientais. Ou seja, pode-­se avançar nas pesquisas, a fim de desenvolver conceitos centrais e as novas tecnologias de gestão dos relacionamentos interorganizacionais com foco na melhoria da gestão do conhecimento com organizações dessas características.

Mariana Galvão Lyra
Helio Zanquetto Filho
Ricardo Corrêa Gomes
Miriam de Magdala Pinto

Profundizando la comprensión de los Living Labs de Brasil

El movimiento de los Living Labs comenzó en Brasil en 2009. Para 2012 ya estaban integrados a la Red Europea de Living Labs (ENoLL) doce grupos brasileños. Este artículo presenta el panorama de ese conjunto de Living Labs. Entre los doce, nueve ya existían, total o parcialmente, actuando como Living Labs, y tres fueron proyectos […]

8 Mai 2016

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Profundizando la comprensión de los Living Labs de Brasil

El movimiento de los Living Labs comenzó en Brasil en 2009. Para 2012 ya estaban integrados a la Red Europea de Living Labs (ENoLL) doce grupos brasileños. Este artículo presenta el panorama de ese conjunto de Living Labs. Entre los doce, nueve ya existían, total o parcialmente, actuando como Living Labs, y tres fueron proyectos creados con el objetivo de ingresar a la ENoLL. Los factores de motivación de la candidatura a esta red europea fueron la posibilidad de acceso a conocimientos y recursos internacionales. En cuanto a los propósitos de los grupos, la mayoría está más orientado a la innovación social que a la innovación comercial, pero en lo que se refiere a los resultados de sus acciones, hay equilibrio entre innovación tecnológica y social.
Entre los retos principales se destacan la falta de recursos específicos para este tipo de iniciativa y el aislamiento en relación a los demás Living Labs. La existencia de nueve Living Labs previo al ingreso a ENoLL, lleva a deducir que es probable que haya otras iniciativas en curso que presenten las características de un Living Lab. Por tal motivo, el objetivo de identificar esas iniciativas y difundir el concepto y la metodología Living Lab, es importante para adensar el conjunto de ellos en el país y para superar los retos apuntados.

Miriam de Magdala Pinto
Letícia Pedruzzi Fonseca

Tecnologia e Inovação

Caro estudante, você está prestes a iniciar o estudo da disciplina Tecnologia e Inovação. É fascinante observar como o ser humano é capaz de auxiliar na criação do mundo em que vive. Se parar por um minuto para observar o ambiente onde está, você verá que grande parte dos materiais com os quais está em […]

8 Mai 2016

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Tecnologia e Inovação

Caro estudante, você está prestes a iniciar o estudo da disciplina Tecnologia e Inovação. É fascinante observar como o ser humano é capaz de auxiliar na criação do mundo em que vive. Se parar por um minuto para observar o ambiente onde está, você verá que grande parte dos materiais com os quais está em contato ou que está vendo foi criado e produzido pelo homem a partir dos recursos naturais disponíveis no planeta. Verá também que a maior parte dos próprios objetos com os quais convivemos, suas formas, suas funcionalidades, seus usos, são criação do homem.
Este livro está organizado em quatro Unidades:
Unidade 1: Conceitos Fundamentais
Unidade 2: Indicadores e Condicionantes do Processo de Inovação
Unidade 3: Gestão da Inovação Tecnológica
Unidade 4: Inovação para o Desenvolvimento Sustentável

Miriam de Magdala Pinto

Relatório de Avaliação da Gestão Estratégica do Laboratório de Tecnologias de Apoio a Redes de Colaboração – LabTAR

O LabTAR foi criado em 2010 como projeto estratégico do Estado do Espírito Santo com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Espirito Santo – FAPES e da UFES precisamente para ser o elemento facilitador do Living Lab Habitat que, no mesmo ano de 2010, recebeu o selo da European Network of Living Labs […]

8 Mai 2016

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Relatório de Avaliação da Gestão Estratégica do Laboratório de Tecnologias de Apoio a Redes de Colaboração – LabTAR

O LabTAR foi criado em 2010 como projeto estratégico do Estado do Espírito Santo com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Espirito Santo – FAPES e da UFES precisamente para ser o elemento facilitador do Living Lab Habitat que, no mesmo ano de 2010, recebeu o selo da European Network of Living Labs – ENOLL como um de seus membros. Em agosto de 2012, o projeto estratégico que financiou a criação do LabTAR foi finalizado e as professoras responsáveis pelo LabTAR perceberam a necessidade de se buscar a gestão estratégica do mesmo para nortear seus rumos e ações futuras. Foi feito o convite a este autor, então no último ano do curso de Engenharia de Produção, para que fizesse seu trabalho de conclusão de curso na Gestão Estratégica do LabTAR. O processo teve início em setembro de 2012 com o Planejamento Estratégico inicial. Durante o ano de 2013 foram realizadas três rodadas de monitoramento e ajustes do Plano estratégico e, nos meses de janeiro e fevereiro de 2014, o processo de planejamento foi realizado novamente.
No mesmo mês de fevereiro, o primeiro ciclo de gestão estratégica foi concluído com uma Reunião de Análise Crítica envolvendo apenas os quatro membros que participaram de todo o processo durante os dezesseis meses, incluindo o facilitador deste ciclo de gestão estratégica e orientadora. Este é o relatório do processo de Gestão Estratégica do LabTAR no período compreendido entre setembro de 2012 e fevereiro de 2014. Ele complementa o artigo intitulado Balanced Scorecard na prática da gestão de um laboratório acadêmico, preparado para submissão na Revista Ibero-americana de Estratégia.

Bruno Mannato Angius
Orientadora: Profa. Dra. Míriam de Magdala Pinto

Análise multimétodo de percepções de agentes intervenientes na pesquisa e no gerenciamento de agregados reciclados de resíduos da construção civil

O gerenciamento dos resíduos de construção civil apresenta limitações tanto na iniciativa privada quanto no setor público. Isso ocorre nos canteiro de obras, nas usinas de reciclagem e na reutilização desses resíduos, em substituição aos agregados naturais para fabricação de materiais de construção. Este trabalho objetiva identificar e analisar os elementos que dificultam o desenvolvimento […]

8 Mai 2016

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Análise multimétodo de percepções de agentes intervenientes na pesquisa e no gerenciamento de agregados reciclados de resíduos da construção civil

O gerenciamento dos resíduos de construção civil apresenta limitações tanto na iniciativa privada quanto no setor público. Isso ocorre nos canteiro de obras, nas usinas de reciclagem e na reutilização desses resíduos, em substituição aos agregados naturais para fabricação de materiais de construção. Este trabalho objetiva identificar e analisar os elementos que dificultam o desenvolvimento do setor da reciclagem de resíduos da construção civil, bem como utilizar os resultados alcançados para elaborar recomendações que subsidiem o uso de agregados reciclados pela Indústria da Construção Civil.
A fim de identificar esses elementos, foram levantadas as percepções de agentes intervenientes nos processos de gerenciamento e pesquisa: (a) profissionais de nove canteiros de obra do município de Vitória (Espírito Santo); (b) pesquisadores, em nível estadual, nacional e internacional e (c) nove gestores de usinas de reciclagem, situadas nos Estados de Minas Gerais e São Paulo. Para tanto, empregou-se o estudo multimétodo, que possibilita a combinação da abordagem qualitativa e quantitativa, contemplando a pesquisa bibliográfica, pesquisa de levantamento e estudos de caso. Foram utilizados como instrumentos para coleta de dados: questionário, entrevista semiestruturada, observação direta e registros audiovisuais. A análise das percepções dos agentes intervenientes indicou que elementos mercadológicos, tecnológicos, organizacionais, culturais e ambientais, influenciam no setor da reciclagem de resíduos da construção civil.

Fabrícia Delfino Rembiski
Orientador: Prof. Dr. Ing. João Luiz Calmon Nogueira da Gama
Co-Orientadora: Profa. Dra. Míriam de Magdala Pinto

O Papel da Autoprodução e Produção Independente de Energias Renováveis no Mercado Brasileiro de Energia Elétrica

A estimativa de aumento da demanda mundial por energia elétrica é crescente, devido principalmente ao aumento da população mundial, seu acesso a novas tecnologias e das exigências de eletricidade por número crescente dos aparatos tecnológicos, tais como computadores e aparelhos celulares, para citar apenas alguns. A necessidade de geração de eletricidade por vias alternativas aos […]

8 Mai 2016

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O Papel da Autoprodução e Produção Independente de Energias Renováveis no Mercado Brasileiro de Energia Elétrica

A estimativa de aumento da demanda mundial por energia elétrica é crescente, devido principalmente ao aumento da população mundial, seu acesso a novas tecnologias e das exigências de eletricidade por número crescente dos aparatos tecnológicos, tais como computadores e aparelhos celulares, para citar apenas alguns. A necessidade de geração de eletricidade por vias alternativas aos atuais sistemas centralizados é notória. A autoprodução e a produção independente de eletricidade são questões críticas em todo o mundo, inclusive no Brasil, e são o objeto de estudo deste trabalho.
Utilizando pesquisa bibliográfica, análise documental e realização de entrevistas estruturadas, analisa-se a evolução do marco regulatório brasileiro que resultou na promulgação das Leis no 10.847/04 e 10.848/04 e no Decreto no 5.163/04, dando sequência ao processo de transição do modelo de monopólio estatal para o modelo de mercado da indústria elétrica brasileira. O foco é fechado no uso de fontes renováveis de energia devido ao imperativo de sustentabilidade ambiental deste início do Século XXI. Assim, analisou-se o potencial brasileiro de geração de energia elétrica a partir de fontes renováveis de energia e os resultados do Programa de Incentivo às Fontes Novas e Renováveis de Energia (PROINFA), instituído pela Lei no 10.438/02, estabelecendo comparações entre as políticas públicas brasileiras e alemãs. O trabalho apresenta um levantamento histórico da indústria de energia elétrica brasileira com ênfase nos acontecimentos compreendidos entre os anos de 1980 e 2009. É analisado o papel dos autoprodutores e dos produtores independentes de energia elétrica dentro do atual modelo da indústria de eletricidade brasileira e como esses agentes atuam na diversificação da matriz energética nacional, buscando competitividade e redução dos custos de transmissão, uma vez que as unidades geradoras podem ser instaladas próximas aos centros consumidores. Também são discutidos entraves para o crescimento das modalidades de autoprodução e produção independente de energias renováveis, como a falta de clareza do marco regulatório e ausência de uma política institucional voltada para o seu desenvolvimento.

Ana Luiza Souza Mendes
Orientadora: Profa Dra Míriam de Magdala Pinto

Desenvolvimento de Software de Análise de Redes

O presente trabalho utiliza a recuperação de informação e a visualização de dados para desenvolver um software para o Living Lab Habitat, que possui o objetivo de analisar documentos textuais eletrônicos e gerar como resultado uma rede (grafo) de atores, mostrando suas interações uns com os outros. A metodologia utilizada compreendem a análise dos documentos […]

8 Mai 2016

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Desenvolvimento de Software de Análise de Redes

O presente trabalho utiliza a recuperação de informação e a visualização de dados para desenvolver um software para o Living Lab Habitat, que possui o objetivo de analisar documentos textuais eletrônicos e gerar como resultado uma rede (grafo) de atores, mostrando suas interações uns com os outros. A metodologia utilizada compreendem a análise dos documentos textuais e a visualização de dados para exibir esta análise de forma simples e objetiva para o usuário. O software deve ser usado como apoio ao monitoramento do andamento da rede de atores constantemente, e avaliação do quanto a rede está se fortalecendo, bem como identificação dos pontos críticos que são os atores que interagem em menor escala. Sendo assim, o trabalho contribuiu para automatizar o processo de monitoramento de rede de atores de interesse do Habitat e para realizar uma abordagem computacional da gestão do conhecimento do Living Lab Habitat.

William de Paula Schulz
Orientadora: Profa Dra Renata Silva Souza Guizzardi.
Co-Orientadora: Profa Dra Miriam de Magdala Pinto

Trama: A Web-based System to Support Knowledge Management in a Collaborative Network

This work describes Trama, a web-based system to support knowledge management in a collaborative network called LL-Habitat. The use of such system brings several advantages for the users in the network, such as the improvement of the collaboration between users, which can lead, for example, to the creation of new partnerships and projects. Moreover, users […]

8 Mai 2016

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Trama: A Web-based System to Support Knowledge Management in a Collaborative Network

This work describes Trama, a web-based system to support knowledge management in a collaborative network called LL-Habitat. The use of such system brings several advantages for the users in the network, such as the improvement of the collaboration between users, which can lead, for example, to the creation of new partnerships and projects. Moreover, users can manage the knowledge that flows in the network, directing it according to the users’ needs, in order to find matching competences. In the requirements engineering development phase, Tropos, a goal-oriented methodology, was used to provide a strong base to better understand the systems’ environment.

Fabio Macal
Supervisor: Profa. Dra. Renata Silva Souza Guizzardi

O Design em uma rede de colaboração para inovação e sustentabilidade: uma análise das possibilidades

O presente artigo visa evidenciar as possíveis áreas de atuação do design em uma rede de colaboração para inovação sustentável. Foi utilizada a pesquisa bibliográfica e observação direta na fase de concepção, implantação e atuação de uma rede de colaboração multiorganizacional para inovação, o Living Lab Habitat, e os resultados foram obtidos após reflexão crítica […]

8 Mai 2016

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O Design em uma rede de colaboração para inovação e sustentabilidade: uma análise das possibilidades

O presente artigo visa evidenciar as possíveis áreas de atuação do design em uma rede de colaboração para inovação sustentável. Foi utilizada a pesquisa bibliográfica e observação direta na fase de concepção, implantação e atuação de uma rede de colaboração multiorganizacional para inovação, o Living Lab Habitat, e os resultados foram obtidos após reflexão crítica da realidade percebida sob a lógica do design. Como principais resultados da proposta, podemos citar a possibilidade de atuação nas áreas de design centrado no usuário, design da informação e design sustentável. A conclusão aponta a estrutura em rede enquanto forma organizacional como uma maneira promissora para lidar com o desafio contemporâneo de encontrar modos de funcionamento sustentável para a sociedade e responsável pela multiplicação das possibilidades de atuação da área do design através da multidisciplinaridade das áreas envolvidas.

Priscilla Maria Cardoso Garone e Miriam de Magdala Pinto

Mapeamento da estrutura social da Comunidade do Morro São Benedito e Adjacências

O objetivo primário final do trabalho de extensão será um mapa social da comunidade do Morro São Benedito. Como resultado secundário, espera-se que haja aprofundamento da integração entre a comunidade acadêmica da UFES e a comunidade de São Benedito onde vem sendo realizados trabalhos de extensão ao longo do tempo por grupos de diversas áreas […]

8 Mai 2016

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Mapeamento da estrutura social da Comunidade do Morro São Benedito e Adjacências

O objetivo primário final do trabalho de extensão será um mapa social da comunidade do Morro São Benedito. Como resultado secundário, espera-se que haja aprofundamento da integração entre a comunidade acadêmica da UFES e a comunidade de São Benedito onde vem sendo realizados trabalhos de extensão ao longo do tempo por grupos de diversas áreas do conhecimento.

Estudantes bolsistas: Daniel Dutra Gomes e Helena Mendivil Girardi
Coordenador: Miriam de Magdala Pinto
Co-coordenadores: Leticia Pedruzzi Fonseca e Priscilla Maria Cardoso Garone

Mapeamento da estrutura social da Comunidade do Morro São Benedito

O objetivo geral do projeto é mapear os principais elos de relacionamento entre os moradores da comunidade do Morro São Benedito, Vitória, ES de modo a visualizar a estrutura da rede social lá existente utilizando softwares específicos. O objetivo primário final do trabalho de extensão será um mapa social da comunidade do Morro São Benedito. […]

8 Mai 2016

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Mapeamento da estrutura social da Comunidade do Morro São Benedito

O objetivo geral do projeto é mapear os principais elos de relacionamento entre os moradores da comunidade do Morro São Benedito, Vitória, ES de modo a visualizar a estrutura da rede social lá existente utilizando softwares específicos. O objetivo primário final do trabalho de extensão será um mapa social da comunidade do Morro São Benedito. Como resultado secundário, espera-se que haja aprofundamento da integração entre a comunidade acadêmica da UFES e a comunidade de São Benedito onde vem sendo realizados trabalhos de extensão ao longo do tempo por grupos de diversas áreas do conhecimento.

Estudante bolsista: Júlio Alves Bonella
Coordenador: Miriam de Magdala Pinto

Desenvolvimento de site para o Laboratório de Tecnologias de Apoio a Redes de Colaboração – LabTAR

O objetivo geral do projeto é organizar e disponibilizar informações e resultados envolvendo os parceiros do LabTAR no âmbito do Living Lab Habitat e demais projetos nos quais o laboratório está envolvido. Estudante bolsista: Breno Serafini Barboza Coordenador: Miriam de Magdala Pinto Co-coordenador: Leticia Pedruzzi Fonseca

8 Mai 2016

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Desenvolvimento de site para o Laboratório de Tecnologias de Apoio a Redes de Colaboração – LabTAR

O objetivo geral do projeto é organizar e disponibilizar informações e resultados envolvendo os parceiros do LabTAR no âmbito do Living Lab Habitat e demais projetos nos quais o laboratório está envolvido.

Estudante bolsista: Breno Serafini Barboza
Coordenador: Miriam de Magdala Pinto
Co-coordenador: Leticia Pedruzzi Fonseca

Avaliação de Desempenho de Projetos em Redes de Colaboração

A presente pesquisa teve como contexto de realização o Laboratório de Tecnologias de Apoio a Redes de Colaboração – LabTAR – subsistema responsável pelo gerenciamento de projetos em redes de colaboração. As redes de colaboração são formadas em busca de interação entre as organizações para atingir um objetivo comum. O fluxo de informações e a […]

8 Mai 2016

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Avaliação de Desempenho de Projetos em Redes de Colaboração

A presente pesquisa teve como contexto de realização o Laboratório de Tecnologias de Apoio a Redes de Colaboração – LabTAR – subsistema responsável pelo gerenciamento de projetos em redes de colaboração. As redes de colaboração são formadas em busca de interação entre as organizações para atingir um objetivo comum. O fluxo de informações e a diversidade que as integram tornam-nas competitivas no mercado e reduzem os riscos do negócio. Os projetos desenvolvidos em redes de colaboração tem efetiva participação de seus atores e disputam recursos entre si. Levando em conta que uma das competências do LabTAR é na área de gerenciamento de projetos, deve-se considerar a importância de caracterizá-los em busca de parâmetros para atingir ao objetivo principal da pesquisa,avaliar o desempenho de projetos em redes de colaboração.

Estudante bolsista: Larissa Honorato Veronez
Professor Orientador: Patricia Alcântara Cardoso

Estudo aprofundado sobre a participação de usuários no processo de inovação aberta

O conceito de Living Lab vem assumindo força desde que foi proposto, no final da década de 1990, pelo Prof. William Mitchell, do MIT. A proposta de focar no usuário o desenvolvimento de projetos se mostrou uma alternativa eficiente e lógica para se gerar inovação, e, devido a isso, surgiu um número de Living Labs […]

8 Mai 2016

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Estudo aprofundado sobre a participação de usuários no processo de inovação aberta

O conceito de Living Lab vem assumindo força desde que foi proposto, no final da década de 1990, pelo Prof. William Mitchell, do MIT. A proposta de focar no usuário o desenvolvimento de projetos se mostrou uma alternativa eficiente e lógica para se gerar inovação, e, devido a isso, surgiu um número de Living Labs suficiente para a criação de uma rede de integração: a Rede Europeia de Living Labs – ENoLL. No Brasil, existem nove Living Labs cadastrados na ENoLL até o momento; porém, ainda há a necessidade não só de se localizar outros projetos, programas ou laboratórios de inovação aberta que não sejam catalogados, mas também de se estudar o funcionamento dos mesmos. Este subprojeto pretende analisar com detalhes casos específicos de iniciativas de inovação aberta e centradas no usuário, para entendimento do papel do usuário na geração de inovação.

Estudante bolsista: Leonardo Trombetta Amaral
Professor Orientador: Letícia Pedruzzi Fonseca

Estudo de expansão e aprofundamento na identificação e caracterização de iniciativas brasileiras de inovação aberta e centrada no usuário na região sudeste e sul do Brasil

O presente trabalho tem como objetivo identificar iniciativas de inovação aberta e centradas nos usuários, compatíveis com o conceito proposto para Laboratórios Cidadãos nas regiões sudeste e sul do país. A busca foi feita em bases de extensão de universidades das duas regiões utilizando uma sequencia de filtros: área temática “tecnologia e produção”, ser um […]

8 Mai 2016

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Estudo de expansão e aprofundamento na identificação e caracterização de iniciativas brasileiras de inovação aberta e centrada no usuário na região sudeste e sul do Brasil

O presente trabalho tem como objetivo identificar iniciativas de inovação aberta e centradas nos usuários, compatíveis com o conceito proposto para Laboratórios Cidadãos nas regiões sudeste e sul do país. A busca foi feita em bases de extensão de universidades das duas regiões utilizando uma sequencia de filtros: área temática “tecnologia e produção”, ser um laboratório de geração e sistematização de novos conhecimentos, ter propósito de inovar e envolver diretamente os usuários finais. Acrescenta-se ainda à pesquisa a busca por Laboratórios Cidadãos a partir de Pontos de Cultura e Telecentros. Como resultado, de um total de mais de 3000 iniciativas, cinco foram consideradas Laboratórios Cidadãos a partir da análise realizada. Sua identificação, principais características e localização geográfica são apresentadas.

Estudante bolsista: Guilherme Oliveira Martins
Professor Orientador: Miriam de Magdala Pinto

Identificação e caracterização de iniciativas brasileiras de inovação aberta e centrada no usuário

O presente trabalho tem como objetivo identificar iniciativas de inovação aberta e centradas nos usuários, compatíveis com o conceito proposto para Living Labs localizando-as no espaço geográfico. A busca foi feita em bases de extensão de universidades do sudeste brasileiro utilizando uma sequencia de filtros: área temática “tecnologia e produção”, ser um laboratório no sentido […]

8 Mai 2016

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Identificação e caracterização de iniciativas brasileiras de inovação aberta e centrada no usuário

O presente trabalho tem como objetivo identificar iniciativas de inovação aberta e centradas nos usuários, compatíveis com o conceito proposto para Living Labs localizando-as no espaço geográfico. A busca foi feita em bases de extensão de universidades do sudeste brasileiro utilizando uma sequencia de filtros: área temática “tecnologia e produção”, ser um laboratório no sentido de geração e sistematização de novos conhecimentos, ter propósito de inovar e envolver diretamente os usuários finais. A participação de firmas, governo, academia e sociedade civil em cada uma delas foi verificada mas não foi utilizada como filtro. Como resultado, a partir de um total de mais de 3000 iniciativas, dez foram consideradas living labs. Suas principais características e localização geográfica são apresentadas.

Estudante bolsista: Murilo Carvalho
Professor Orientador: Miriam Magdala Pinto

Desenvolvimento de indicadores de desempenho em projetos

O aumento da disputa entre as organizações fez crescer a procura por alternativas que auxiliem a gestão de seus projetos. Para se tornarem competitivas e garantir o desempenho de seu negócio, as organizações devem entregar projetos que cumpram os requisitos do cliente em relação a determinadas dimensões. Além disso, o desempenho de um projeto vai […]

8 Mai 2016

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Desenvolvimento de indicadores de desempenho em projetos

O aumento da disputa entre as organizações fez crescer a procura por alternativas que auxiliem a gestão de seus projetos. Para se tornarem competitivas e garantir o desempenho de seu negócio, as organizações devem entregar projetos que cumpram os requisitos do cliente em relação a determinadas dimensões. Além disso, o desempenho de um projeto vai depender de algumas áreas específicas denominadas Fatores Críticos de Sucesso. Para auxiliar o gerenciamento de projetos, Sistemas de medição de Desempenho (SMD) e indicadores eficazes podem ser estabelecidos de forma a avaliar as áreas críticas do projeto e auxiliar na tomada de decisão, bem como na ação de possíveis melhorias. A pesquisa é exploratória e descritiva quanto aos fins, e bibliográfica, quanto aos meios. Como resultado, o sistema de medição de desempenho Balanced Scorecard (BSC) foi o identificado para dar assistência ao gerenciamento de projetos e indicadores de desempenho para as áreas críticas que foram expostas.

Estudante bolsista: Yasmin Mendes Davies
Professor Orientador: Patrícia Alcântara Cardoso

Avaliação de Desempenho da Plataforma Online de Inteligência Coletiva – Conecte Ideias

O objetivo deste projeto de inovação tecnológica e, mais especificamente, da bolsa de iniciação em desenvolvimento tecnológico e inovação ora pleiteada é precisamente desenvolver e aplicar um sistema de medição que permita aos responsáveis pelo desenvolvimento da plataforma acompanhar quais são as funcionalidades e demais atributos adicionados (ou retirados) da plataforma que lhe conferem maior […]

8 Mai 2016

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Avaliação de Desempenho da Plataforma Online de Inteligência Coletiva – Conecte Ideias

O objetivo deste projeto de inovação tecnológica e, mais especificamente, da bolsa de iniciação em desenvolvimento tecnológico e inovação ora pleiteada é precisamente desenvolver e aplicar um sistema de medição que permita aos responsáveis pelo desenvolvimento da plataforma acompanhar quais são as funcionalidades e demais atributos adicionados (ou retirados) da plataforma que lhe conferem maior valor sob o ponto de vista dos seus usuários.

Estudante: Liara Pazini Wulpi
Professor Orientador: Miriam Magdala Pinto

CREAMA – Uma Arquitetura de Referência para o Desenvolvimento de Sistemas Colaborativos Móveis Baseados em Componentes

Sistemas colaborativos são sistemas que suportam dois ou mais usuários engajados em uma tarefa comum, fornecendo uma interface para um ambiente compartilhado para esses usuários e as aplicações móveis se tornaram uma parte importante das ferramentas de suporte à colaboração. Quando usados no contexto de mobilidade, sistemas colaborativos podem ser chamados de sistemas colaborativos móveis. […]

8 Mai 2016

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CREAMA – Uma Arquitetura de Referência para o Desenvolvimento de Sistemas Colaborativos Móveis Baseados em Componentes

Sistemas colaborativos são sistemas que suportam dois ou mais usuários engajados em uma tarefa comum, fornecendo uma interface para um ambiente compartilhado para esses usuários e as aplicações móveis se tornaram uma parte importante das ferramentas de suporte à colaboração. Quando usados no contexto de mobilidade, sistemas colaborativos podem ser chamados de sistemas colaborativos móveis. Esses sistemas possibilitam, por exemplo, que equipes cooperem enquanto estão em movimento, aumentando o potencial da colaboração. Ferramentas para apoiar desenvolvedores de software são muito importantes de uma forma geral, mas no que diz respeito à colaboração móvel, ferramentas se tornam fundamentais principalmente por se tratar de uma área multidisciplinar que lida com muitas questões técnicas.
Porém, sem uma base de requisitos ou modelos que mapeiam esses requisitos para se apoiar, muitas vezes o ferramental pode se tornar inutilizado ou pouco útil. Torna-se com isso de grande importância prover suporte ao desenvolvimento de sistemas colaborativos móveis por meio de um conjunto de ferramentas e métodos que apoiem o desenvolvedor na criação desses sistemas. Devido a isto, neste trabalho foi desenvolvida CReAMA, uma arquitetura de referência para orientar o desenvolvimento de sistemas colaborativos móveis orientados a componentes. Além da definição da arquitetura de referência também foi realizada uma avaliação de CReAMA com o intuito de observar com uma visão abrangente a validade da proposta.

Maison Melotti
Orientadora: Profa. Dra. Roberta Lima Gomes
Co-Orientador: Prof. Dr. Marco Aurélio Gerosa

Prototipação de Sistemas Colaborativos Móveis com Base na Arquitetura de Referência CReAMA: Um Estudo de Caso da Plataforma Conecte Ideias

Developers of mobile collaborative systems deal with many technical issues, in addition to the usual difficulties for collaborative systems development. In this paper, we evaluate CReAMA, a reference architecture defined to guide the development of component-based mobile collaborative systems, by means of its use in the development of two mobile clients of a collaborative application. […]

8 Mai 2016

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Prototipação de Sistemas Colaborativos Móveis com Base na Arquitetura de Referência CReAMA: Um Estudo de Caso da Plataforma Conecte Ideias

Developers of mobile collaborative systems deal with many technical issues, in addition to the usual difficulties for collaborative systems development. In this paper, we evaluate CReAMA, a reference architecture defined to guide the development of component-based mobile collaborative systems, by means of its use in the development of two mobile clients of a collaborative application.

Maison Melotti
Roberta Lima Gomes
Victor Raft Oliveira Nunes

Redes de Colaboração para Inovação

“A experiência do Living Lab Habitat ainda é muito recente, mas certamente já nos fez perceber, a todos os envolvidos com essa nova e ousada proposta de trabalho de redes de colaboração para inovação, que esse é um caminho difícil e promissor. O Living Lab em si é uma inovação social. Estamos convencidos de que […]

15 Nov 2014

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Redes de Colaboração para Inovação

“A experiência do Living Lab Habitat ainda é muito recente, mas certamente já nos fez perceber, a todos os envolvidos com essa nova e ousada proposta de trabalho de redes de colaboração para inovação, que esse é um caminho difícil e promissor. O Living Lab em si é uma inovação social. Estamos convencidos de que uma rede de colaboração, ao aproximar tantas perspectivas, conhecimentos e habilidades diferentes e ao mesmo tempo, pessoas com atitudes em prol da coletividade e do bem comum pode fazer muito por um mundo sustentável”.

Míriam de Magdala